domingo, 10 de março de 2013

QUANDO AUMENTAR A MENSALIDADE DA ACADEMIA?

Descubra qual o momento certo de aumentar o preço da mensalidade

Especialistas ensinam a identificar a defasagem e como informar o aluno sobre o valor maior.


Todo mundo sabe identificar um produto caro ou barato. Afinal, quando pesa no bolso, conseguimos determinar se o preço cobrado por ele corresponde ou não ao seu valor. Só que na hora de precificar o próprio serviço, a coisa muda de figura e muitos profissionais - das mais diversas áreas - encontram dificuldades em definir quanto cobrar. O consultor e diretor superintendente da Monday Academia, da capital paulista, Luis Amoroso, lembra que 99% dos gestores copiam os concorrentes e não necessariamente cometem um acerto ao tomarem essa decisão.

"É preciso saber exatamente quanto cobrar. Sempre recomendo que os gestores avaliem quantas pessoas cabem na academia, qual o custo operacional que ele tem e qual a margem de lucro que ele quer chegar para que, com essas informações em mãos, saiba definir qual é o preço da mensalidade da sua academia", orienta Amoroso.

Rogério Soares, consultor e proprietário da Rubel Academia, de São Paulo (SP), conta que a formação do preço é algo mais complexo do que a maioria dos gestores acredita. "Muitos, hoje em dia, olham para o custo do concorrente e dizem: 'ah, ele cobra R$ 70, então vou cobrar R$ 69' - o que é totalmente errado".

Para o administrador de empresas e profissional de Educação Física Marco Túlio Pimenta, não existe um momento único para aumentar a mensalidade: "essa decisão deve ser tomada de acordo com o contexto que a academia vive. Pode ser que o gestor tenha que fazer algum reajuste no percurso para continuar sobrevivendo ou competindo em um mercado acirrado".

Para definir quanto vai custar a mensalidade, é preciso analisar diversos fatores ligados à academia e aos serviços prestados, como localidade; se o prédio é próprio ou alugado; quantos profissionais trabalham ali; material de limpeza; equipamentos; as contas de água, luz, telefone, internet etc. "O mercado é um dos componentes do preço, assim como o posicionamento do gestor. Formar o custo não é algo simples, mas esse valor vem mais de dentro pra fora do que de fora pra dentro", orienta Soares, citando a comparação com os concorrentes.

Segundo Amoroso, se o gestor não tiver a quantidade ideal de clientes para chegar a esse valor desejável, deve adotar então uma política de valor maleável para poder atingir o ponto de equilíbrio entre despesas e lucro de forma rápida, cobrando um preço menor e, depois subir esse custo aos poucos ou para os novos alunos. "Se posso cobrar 100 de cada aluno, prefiro cobrar 80 para chegar logo ao ponto de equilíbrio e deixo meu negócio mais competitivo", aponta Amoroso.


O momento do aumento
Definir quando subir os preços da mensalidade é algo delicado e que deve ser bastante pensado. Luis Amoroso indica que esse reajuste seja feito sempre que o faturamento estiver desequilibrado em relação às despesas ou se as despesas estiverem muito altas. "Tem que ter equilíbrio para ter rentabilidade e acho que o aumento da mensalidade é algo dinâmico. Não precisa aumentar sempre, mas pode alterar a cada seis meses ou um ano, com tabela diferente para os novos alunos. É muito ruim acumular acréscimos, porque é desgastante ter um aumento de dois dígitos. Acho melhor ter pequenos reajustes várias vezes do que um longo sazonal", comenta.

Rogério Soares destaca que costuma aumentar a mensalidade anualmente, porque faz parte da cultura do aluno receber os reajustes nos meses de janeiro e fevereiro, junto dos demais serviços. "É preciso repassar o aumento da inflação para o aluno, mas se o gestor perceber que seu valor está abaixo do mercado, pode mexer na mensalidade duas vezes por ano: um acréscimo menor em janeiro e outro, um pouco maior, em agosto para os novos alunos para poder melhorar a tabela", ensina.

Todos os custos da academia devem ser levados em consideração na hora de reajustar os valores cobrados dos alunos também, sendo que os principais, segundo Luis Amoroso, são:

- Folha de pagamento - "representa 60% das despesas da academia e é reajustado anualmente;
- Aluguel, que também sofre aumento todo ano;
- Tarifas públicas (água, luz, telefone, internet etc).
A hora da tensão: informar o aluno o aumento

Informar os alunos sobre o aumento dos valores pode trazer ansiedade ao gestor, pelo medo de assustar e espantar o cliente, colaborando com as quedas que acontecem principalmente na baixa temporada.

Uma dica do superintendente da Monday Academia é aproveitar os meses de novembro e junho para contatar os alunos, por causa da sazonalidade (janeiro e agosto), e oferecer a renovação a preço "atual" e aplacar as reclamações de balcão, já informando que pra temporada seguinte haverá o reajuste, evitando assim também a desistência de muitos alunos. "Mas se o reajuste é muito significativo, o aluno não pode ficar com ele por muito tempo para não defasar", recomenda.

"Não gosto dessa ideia de informar, porque vai alardear algo que já é previsto. Costumamos indicar no contrato que há o aumento do valor uma vez por ano", diz Soares, que concorda com a estratégia proposta por Amoroso, de tentar antecipar a renovação dos planos na baixa temporada para tentar melhorar os resultados e evitar ainda o aumento da mensalidade para aquele cliente, ao menos temporariamente.

Pimenta acha que se o reajuste for apenas inflacionário, então o gestor não precisa criar estratégias específicas para os alunos que renovaram mesmo com o aumento, como oferecer vantagens adicionais, pois "o cliente já conhece os serviços prestados". Caso o acréscimo de valor seja acima dos índices da inflação, buscando maiores receitas, a ideia muda, pois é um aumento e não reajuste de preço. "A meu ver, um aumento deve ser dado após uma melhoria na comercialização dos serviços. Pode ser nas instalações, equipamentos, incremento nas aulas e horários ofertados, no atendimento da equipe de contato, nos métodos de trabalho, entre outros. O mais importante, nesses casos, é que a percepção do cliente precisa estar aguçada. Se o cliente percebe essa melhoria, tanto melhor, caso contrário, possivelmente o aumento virá acompanhado de reclamações, insatisfações, mudanças pra concorrência e abandono da prática de exercícios orientados", ensina Marco Túlio Pimenta.

Quem sentir dificuldades em calcular os reajustes ou mesmo em determinar quanto cobrar na academia, pode recorrer à ajuda de consultores especializados ou mesmo aos cursos para gestores.

Os principais erros que os profissionais ouvidos costumam ver por aí entre os proprietários de academia são acompanhar o preço cobrado pelo concorrente sem saber se ele se aplica à sua realidade; não repassar a inflação ao cliente, desvalorizando o próprio dinheiro; aumentar o custo do consumidor em épocas não esperadas, como maio ou outubro; aumentar o preço muito além da inflação para tentar minimizar a defasagem da mensalidade; não constar no contrato cláusula referente ao aumento/correção da mensalidade; reajustar o valor várias vezes por ano sem que isto seja claro para o cliente; promover políticas de descontos para os novos consumidores, negligenciando e desrespeitando os antigos; discutir o aumento na recepção, diante de outros clientes; não ter indicadores precisos que possam ser apresentados ao cliente caso solicitado; aumentar o preço sem aumentar a estrutura da academia; entre outros.

"Querer tirar o atraso em uma época só para mudar de patamar é um erro muito comum. Se tiver que fazer isso, tem que ser em doses homeopáticas, aumentando 5% em janeiro, mais 5% em agosto, numa progressão que o aluno não sinta muito", conclui.
Fonte:portal da Ed. Física 31/10/2012

TREINAR OS MÚSCULOS ABDOMINAIS: OBJETIVO X NECESSIDADE

Os motivos pelos quais os clientes/alunos compram um programa de exercícios nas academias e locais similares tem sido motivo de  investigação  por  instituições e profissionais de fitness. Os principais estudos forma publicados pela National Academy Sports Medicine (2008), American College of Sports Medicine (2006), American Heart Association (2008), Evert Aeberg (2008), Edward T. Holey & B. Don Franks (2007). Recentemente o Instituto de Ensino e Pesquisa Mauro Guiselini, realizou um estudo com os alunos ingressantes das  Academias RUNNER, TRIATHON e  EDGELIFE  para identificar as principais metas/objetivos e prazo esperado para obter os resultados decorrentes da prática do exercício físico. Na anamnese inicial foi incluida também a  pergunta: qual ou quais partes do corpo desejariam mudar. Os resultados encontrados pelo Instituto de Ensino e Pesquisa Mauro Guiselini, de acordo com a resposta de 13.347 sujeitos, 6070 homens e 7277 mulheres  foram os seguintes:
Baixar a % de gordura: 24% –  Melhorar o condicionamento físico: 23% – Aumentar a massa muscular: 19% – Bem-Estar Geral: 14%
Os outros 20% foram assim distribuidos: melhorar a performance esportiva: 5,21%; melhorar a função motora: 3,53%; melhorar a postura: 3,05%; Diminuir o índice de colestrol: 2,20%; Controlar a P.A.: 1,39% e Controlar a Diabetes: 0,83%. Com relação ao prazo esperado para alcançar os objeltivos a expectativa é de 3 a 5 meses.
Com relação a pergunta: que parte(s) do corpo que gostariam de mudar  foram as seguintes respostas: abdome, pernas e glúteos (para as mulheres), peito (para os homens). Enrijecer a musculatura, reduzir medidas e definição muscular também foram respostas relacionadas as mudanças corporais desejadas.
abdome aparece como a parte do corpo que ambos os sexos desejam mudar – abdome definido, abdome de tanquinho (nome popular) é, sem dúvida a busca de todos no entanto os resultados das pequisas realizadas pelo Instituto Mauro Guiselini, com relação a estabilidade e força do CORE, por meio da aplicação do teste de Kendall, mostrou que 25,7% das mulheres e 15,4% dos homes não obtiveram resultados satisfatórios para serem submetidos a um treinamento de força dinâmica e força hipertrófica para alcançarem os resultados desejados. Necessitam iniciar com um programa de exercícios de consciência corporal, controle da respiração, força isométrica com enfase na estabilidade e, à partir daí, entre 4 a 6 semanas, iniciar a segunda fase do treinamento com enfase na força dinâmica e força hipertrófica.

quinta-feira, 7 de março de 2013

ATESTADO MÉDICO NA ACADEMIA

SEGUE NOTA OFICIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA DO EXERCÍCIO E DO ESPORTE (SBMEE), SOBRE A PROIBIÇÃO DO EXAME MÉDICO PARA A PRÁTICA DE ACADEMIAS DE GINÁSTICA E MUSCULAÇÃO:

São Paulo, 07 de março de 2013.

A Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), órgão científico ligado à Associação Médica Brasileira (AMB) e responsável por estabelecer as diretrizes na sua área de atuação, entende que a prática regular de exercícios físicos beneficia o sistema cardiovascular, respiratório e musculoesquelético e é um importante promotor de saúde diminuindo a ocorrência e minimizando os efeitos das chamadas doenças crônico-degenerativas, como obesidade, diabetes tipo II, doença arterial coronariana, hipertensão arterial, osteoartrose e osteoporose, dentre outras. Entretanto, é importante salientar a necessidade de uma avaliação médica pré- participação no exercício e no esporte (APPEE) realizada preferencialmente por mé...dico titulado em medicina do exercício e do esporte principalmente nos indivíduos com mais de 35 anos de idade ou em quaisquer outras faixas etárias caso existam antecedentes pessoais ou familiares de doença cardiovascular, metabólica e/ou osteoarticular.
A APPEE visa garantir a segurança do praticante de exercícios prevenindo a piora de determinadas doenças além de estabelecer de forma segura quais as atividades mais adequadas e as possíveis restrições.
Entendemos também que tendo recebido as orientações do já citado especialista, o praticante de exercícios, seja em academias convencionais ou nas chamadas "academias ao ar livre" deve estar sob a orientação do profissional de Educação Física visando a supervisão e adequada execução dos movimentos realizados.
Atenciosamente,
Dr. Jomar Brito Souza (Presidente - Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte - SBMEE)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

FIT FORUM CAMPOS 2013: NOVA PROGRAMAÇÃO

FIT FORUM CAMPOS 2013
Coordenação: Prof.Angelo Gonçalves Dias
Data: 02/03/2013, sábado
Local: Academia Nova Estação - auditório
Horário: 8:30 – 16:30

Programação:
8:30 Credenciamento

9:00 – 10:30  RECUPERAÇÃO MUSCULOESQUELETICA: COLUNA
Prof.Cesar Knifis
Graduado em Fisioterapia UCP
Licenciatura Plena em Educação Física UNESA
Personal Trainer

10:30 – 12:00 PERIODIZAÇÃO NA MUSCULAÇÃO
Prof.Franz Knifis
Mestrado em Motricidade Humana UCB
Pós-graduação em Musculação Univ.RURAL
Personal Trainer
 
12h – 13h Almoço
 
13:00 - 14:00 REABILITAÇÃO CARDÍACA: a importância do Professor de Educação Física
Prof.Patrício de Souza
Mestrando em Ciências do Desporto UTAD Portugal
Pós-graduação em Exercício Físico Aplic.aReab.Cardíaca e a Grupos Especiais UGF
Personal Trainer

14:00 – 15:00 EMERGÊNCIAS NA ACADEMIA: o papel do professor
Prof.Rodolfo Freitas
Bombeiro Militar há 10 anos
Cursos de Extensão em Fisiologia do Exercício e Personal Training
Personal Trainer
 
15:00 – 16:00 ADERÊNCIA AO EXERCÍCIO FÍSICO: responsabilidade do professor
Prof.Angelo Dias                          
Mestrado em Motricidade Humana UCB
Pós-graduação em Marketing Esportivo
Personal Trainer
 
16:00 Encerramento
 
Investimento: R$ 100,00 (almoço incluido)
50% de desconto para professores e estagiários da ACADEMIA NOVA ESTAÇÃO
Inscrições = vaatualiza@gmail.com ou na recepção da ACADEMIA NOVA ESTAÇÃO

domingo, 17 de fevereiro de 2013

VOCÊ ENTENDE WELLNESS?

Wellness é um termo utilizado para mostrar à sociedade que a atividade física tem uma essência muito mais ampla do que simples sessões de treinos, que visam “mais músculos” ou “menos gordura”.
Atualmente, no setor de fitness é muito comum nos depararmos com o termo wellness. Alguns “gurus” dizem que o foco agora é o wellness; que o wellness dá mais sentido para a atividade física etc. De tanto ler e ouvir sobre o tal do wellness, resolvi fazer algumas perguntas para verificar o quanto eu sabia desse assunto.
Abaixo você poderá ler as perguntas que fiz e também analisar as minhas respostas.

1) O que é wellness?

Irei fugir da tradução convencional. Wellness é um termo utilizado para mostrar à sociedade que a atividade física tem uma essência muito mais ampla do que simples sessões de treinos, que visam “mais músculos” ou “menos gordura”. Pelo meu olhar, acredito que o conceito wellness deu um sentido mais holístico para a atividade física, conseguiu extrair seus principais benefícios e apresentar o setor de maneira mais assertiva e positiva.

2) Como surgiu o wellness?

Como a maioria das mudanças que ocorre no mercado, a inserção do wellness no nosso vocabulário aconteceu diante de uma necessidade do setor de fitness. Necessitávamos de que a atividade física repercutisse na sociedade de uma maneira mais agradável. Sendo assim, acredito que o wellness surgiu com o objetivo de dar uma “cara mais simpática” ao setor (se é que você me entende?!). Antes disso, o setor era essencialmente “fitness”. Nessa fase, a imagem que a atividade física nos remetia era a de “músculos”, “suor”, “intensidade”. Com o wellness, passamos a tratar de “saúde”, “bem-estar”, “equilíbrio”, “harmonia” etc. Certamente, imagens bem mais adequadas e estimulantes. Gostei e gosto muito dessa “nova” abordagem que se mostra genuína e mais próxima dos “cidadãos comuns”, dos “sedentários”, dos “inativos”.

3) O mercado de fitness entende o wellness?

Sim! Atualmente, o mercado já entende o wellness, até por não se tratar de algo tão atual. Concluo que existe esse entendimento, pois percebo que muitas decisões são tomadas em função do wellness. Só discordo dos “gurus”, quando eles dizem que o wellness é o foco de tudo, que é a grande oportunidade!
Existe uma academia que é 100% fitness e que é uma superatração: a UFC Gym é uma academia focada nos lutadores e adoradores de lutas do tipo “vale-tudo” e caracteriza-se por treinamentos, suor e intensidade, passando longe do wellness. Vale conferir (http://www.ufcgyms.com). Citei a UFC, pois a academia foi desenvolvida sabendo e compreendendo a tendência wellness, mas apostando na grande oportunidade de uma academia 100% fitness nos dias de hoje.

4) Será que atuamos dentro do conceito wellness?

O mercado já entendeu, mas apresenta grandes dificuldades para “atuar wellness”. Ao meu ver, a atuação wellness envolve capacidades que vão além das informações técnicas, suficientes na época fitness. Para atuar wellness os profissionais devem ser estratégicos e empáticos, devem ter uma visão mais ampla das pessoas e proporcionar momentos positivos por meio da atividade física, além de gerar bons resultados de saúde e bem-estar. Profissionais de Educação Física com essas características são raros. Fazendo uma analogia simples, acho que as faculdades e cursos formadores desses profissionais ainda pensam e atuam fitness. A maneira de ensinar esses profissionais não evoluiu conforme o mercado, mas isso é outra história.
Então, você, leitor, compreende o wellness?
Um abraço!
Caio Correia é Coordenador de Projetos e Cursos de Competition Academia e membro da Board do Fitness XP Group. caio@competition.com.br

CONSTRUINDO UMA CARREIRA DE SUCESSO

Construir uma carreira de sucesso é, sem dúvida, o desejo de todo profissional que atua nas mais diferentes áreas; médicos, engenheiros, advogados, economistas, psicólogos, educadores físicos, fisioterapeutas, entre outros, estão constantemente em busca dos caminhos que os conduzirão ao mais alto degrau de projeção profissional e, consequentemente, sucesso!
O profissional de Educação Física que, historicamente sempre atuou como professor ministrando aulas de educação física na educação formal, nos programas de recreação e lazer e nos esportes de competição, à partir dos anos 90’, para atender as novas tendências e mudanças no mercado de trabalho, passa a atuar como Personal Trainer.
No entanto é importante lembrar que no inicio dos anos 70 e, principalmente na década de 80, com o aumento o grande aumento das academias ginástica, o profissional de educação física passa a ter uma nova oportunidade de trabalho: atuar como professor de ginástica em grupo e de musculação.
No Brasil, particularmente no inicio da década de 80, a academia RUNNER, graças a sua qualidade técnica, resultado de um trabalho de formação de “jovens talentos” e a utilização da ginástica aeróbica como principal modalidade de exercício, é referencia nacional e internacional, é tida como modelo de qualidade e inovação, servindo de inspiração para as novas academias e principalmente, referencia e centro de capacitação profissional..
Segundo dados da IDEA – Health & Fitness Association, os primeiros relatos de atuação profissional e cursos de formação para Personal Trainers são de 1993, muito embora é sabido que muitos anos antes desta data professores de Educação Física no Brasil, e também no exterior, já atuavam como “professores particulares de ginástica”.
Muito embora ministrar aulas para grupos é uma prática bastante antiga, o treinamento personalizado é, no entanto, uma forma relativamente nova para o professor de educação física que tem buscado nos últimos 15 anos, nos congressos, encontros técnicos, cursos de extensão universitária e de pós-graduação informações científicas para prepará-los para atender a demanda do mercado cada vez mais ávido por profissionais competentes, que atendam as necessidades individuais.
Diante deste novo quadro profissional, as perguntas da grande maioria dos “personal trainers”, professores de ginástica para grupos e de musculação, que participaram dos cursos que ministrei, tanto no Brasil como na Europa, ou mesmo aqueles que tenho contato pessoal, estão sempre relacionadas com as seguintes questões:
Qual o perfil adequado, quais conhecimentos científicos, que habilidades desenvolver (motoras, cognitivas, sócio afetivas), ter um corpo musculoso para impressionar o cliente… Enfim, todas as questões estão relacionadas ao desenvolvimento de competências necessárias para desempenhar bem sua atividade profissional.
Considerando a minha formação acadêmica, mestrado em educação física, especialização em treinamento personalizado na Clínica do Dr. Cooper em Dallas, 44 anos de experiência na área de Educação Física e proprietário e professor de um Centro de Aptidão Física Personalizado, desde 1990, atendendo mais de 250 alunos, além de professor e Diretor Técnico das Academias RUNNER e Cia. Athlética e palestrante de mais de 450 cursos de formação profissional e atualmente Consultor Científico das Academias RUNNER e Professor da Faculdade de Educação Física da UniFMU, desenvolvi um modelo conceitual sobre a atitude profissional, fundamentado na minha formação acadêmica e nas experiências práticas: Os 3 pilares do sucesso profissional.
Como modelo conceitual é importante ressaltar que não é único, existem outros modelos, abordagens que tratam do tema, não está finalizado, é dinâmico e continuo, porém, particularmente para mim, serve de orientação para a minha carreira profissional e para todos aqueles que me procuram.
Gostaria de ressaltar que, originariamente este texto foi elaborado para ser utilizado nos cursos de graduação e pós-graduação com o objetivo de estudar especificamente a formação do profissional de educação física para atuar como Personal Trainer, Professor de Ginástica para Grupos e de Musculação.
No entanto o seu conteúdo é básico para compreender a construção do processo de formação geral e específico do profissional de Educação Física para atuar, principalmente em situações que necessita se relacionar com pessoas, elaborar, prescrever e aplicar programas de treinamento para pessoas com diferentes objetivos, ou seja, aptidão física, saúde e bem-estar, estética e desempenho.
Para tanto é importante conhecer os 3 Pilares do Sucesso! Lembrando que, existem outros fatores que também deverão ser desenvolvidos, porém, considerando a minha experiência prática e formação acadêmica, estes são imprescindíveis.
Como modelo conceitual é importante ressaltar que não é único, existem outros modelos, abordagens que tratam do tema, não está finalizado, é dinâmico e continuo, porém, particularmente para mim, serve de orientação para a minha carreira profissional e para todos aqueles que me procuram.
 
Prof. Ms. Mauro Guiselini é Mestre em educação física pela USP, Diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa Mauro Guiselini, Colaborador do Programa BEM-ESTAR da Rede Globo

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

10 HÁBITOS QUE PREJUDICAM A DIETA

10 hábitos que prejudicam a dieta
Na hora de perder peso, a regra é simples: investir em refeições saudáveis e pratricar exercícios. Mas ao contrário do que muitas pessoas pensam, ter uma alimentação pouco calórica não é garantia de uma silhueta mais fina. Há outros hábitos que podem contribuir para o sucesso da dieta, como evitar o excesso de sal e comer devagar. O site Entre Mujeres listou 10 erros mais comuns na guerra contra a balança.
Pular refeições: pular as refeições não ajuda a perder mais peso, pelo contrário. O ideal é comer a cada três horas para que o metabolismo continue acelerado ao longo do dia, o que ajuda a queimar calorias e controlar a fome.
Não beber líquidos o suficiente: todo mundo precisa consumir pelo menos 2,5 litros de bebidas não alcoólicas e não açúcaradas por dia. Além de água, isso inclui chá, suco natural ou sopa. Tudo conta.
Abusar de alimentos light: em geral, alimentos light oferecem menos açúcar, gordura e calorias que a versão original, mas isso não quer dizer que podem ser consumidos à vontade. Sua função é economizar calorias desde que sejam ingeridos com moderação.
Comer poucos legumes: qualquer dieta deve ser rica em fibras, e os legumes e verduras contribuem generosamente para isso. Por isso, o indicado é consumir uma porção generosa no almoço e no jantar.
Não fazer lanches entre as refeições: pular os lanches entre as refeições ou optar por alimentos gordurosos, como biscoito ou chocolate, prejudica a dieta. Se estiver em dúvida do que consumir, coloque iogurte, frutas, barra de cereais, cubinhos de cenoura e tomate-cereja em seu carrinho de compras.
Comer rápido: a forma de comer é o segredo para alcançar a saciedade, melhorar a digestão e evitar o inchaço. Tire um tempo para cada refeição, concentre-se nos talheres, mastigue bem e fique longe de televisão e telefones durante o almoço e o jantar.
Pular o café da manhã:pular a primeira refeição do dia diminui a quantidade de açúcar no sangue e aumenta a fome mais tarde. O resultado é um metabolismo lento e um almoço com porções maiores.
Estabelecer proibições: todo plano de perda de peso deve ter um dia livre na semana para comer algum alimento calórico, como pizza ou chocolate. Isso ajuda a não desistir da dieta e alivia as tensões.
Consumir bebidas alcoólicas: o ideal é evitar o álcool, mas se você não resiste a uma cervejinha, consuma apenas aos finais de semana.
Excesso de sal: o sal não é um alimento calórico, mas ajuda a reter líquidos, além de aumentar o risco de hipertensão e doenças cardiovasculares. Opte por temperos mais saudáveis.

Fonte:Terra 6/2/2013