sexta-feira, 19 de abril de 2013


Postura e descanso são importantes para evitar lesões por repetição
O corpo humano não foi projetado para muitas das atividades que hoje pertencem à nossa rotina. Ficar sentado diante do computador durante horas, todos os dias, pode causar dores, dificuldades de movimentação e formigamento nos dedos.
Esses e outros sintomas estão ligados à LER (lesão por esforço repetitivo), tema do Bem Estar desta sexta-feira (6). A LER não é uma doença propriamente dita, mas engloba todos os problemas nos ossos e músculos que tenham origem em atividades repetitivas. Normalmente, o mal está ligado ao trabalho, mas isso não é regra.
Para esclarecer o assunto, recebemos a terapeuta ocupacional Maria Cândida Luzo e o preparador físico José Rubens D'Elia, consultor do programa. Participou também a banda "Músicos do Futuro", pois seus músicos exercem uma função que exige muita repetição e movimentos precisos.
As lesões são mais recorrentes em pessoas que digitam muito ou apertam mouse, atendem e transferem telefonemas ou fazem fotocópias. Em casa, os serviços domésticos também desencadeiam problemas, por isso é preciso segurar corretamente panelas e vassouras.
A lesão mais comum é a tendinite, uma inflamação nos tendões. Outras recorrentes são a síndrome do túnel do carpo, a tendinite de Quervain, o dedo em gatilho e o cotovelo de tenista (veja na arte acima).
Os especialistas falaram, ainda, sobre os cuidados que se deve ter para evitar o surgimento de dores. Três aspectos são fundamentais para reduzir os riscos: é preciso fazer pausas durante qualquer atividade e saber respeitar os limites do corpo; a altura e a posição dos aparelhos precisa estar adaptada à pessoa; e é necessário ter atenção com a postura.
Em qualquer atividade que se faça, é importante usar todo o corpo. Pense no movimento que você realiza, por exemplo, quando se abaixa para pegar um objeto pesado no chão - o ideal é dobrar os joelhos e usar as duas mãos. Esse tipo de raciocínio serve para todos os trabalhos braçais.
No caso do computador, em que a LER é comum, o que se deve observar é a posição dos objetos. A cadeira e a mesa devem ficar na altura que proporcione maior naturalidade e conforto a quem estiver sentado.
A posição mais recomendada do monitor é à altura dos olhos, para evitar que a pessoa abaixe a cabeça e force o pescoço. Para usar o teclado e o mouse, o ideal é que o cotovelo forme um ângulo de 90 graus. Os dois pés devem ficar apoiados no chão e, se a máquina for compartilhada por indivíduos de alturas diferentes, o uso de almofadas pode resolver o problema.
Maria Cândida aproveitou para dar dicas sobre os laptops, computadores portáteis que muita gente usa em casa. Para utilizá-lo no colo, é preciso tomar alguns cuidados: recostar-se bem no assento, apoiar os pés no chão e colocar algum objeto para deixar o computador um pouco mais alto. Ainda assim, o ideal é colocá-lo sobre a mesa.
Quando o notebook ficar em cima da mesa, deve ser usado da mesma maneira que o desktop - computador convencional. Para isso, é recomendado colocar um suporte debaixo do computador, para que ele não fique muito baixo em relação aos olhos. Teclado e mouse também devem ficar na altura certa.
Fonte:Globo 6/3/2013

Praticar mais exercícios pode aliviar dores pós-treino
 
Há muito tempo se diz que a massagem é a melhor maneira de aliviar dores pós-treino. Porém, uma nova pesquisa, divulgada pelo jornal Daily Mail, sugere que fazer mais exercícios físicos pode ser mais eficaz. "É uma crença comum de que a massagem é melhor, mas não é", defendeu Lars Andersen, principal autor do novo estudo, publicado no Journal of Strength and Conditioning Research.
Para observar a eficiência dos exercícios leves para combater as dores musculares, os pesquisadores do National Research Center for Working Environment, em Copenhague, pediram a 20 mulheres que fizessem um exercício de ombro enquanto estavam ligadas a uma máquina que oferecia resistência ao músculo entre o pescoço e o ombro. Dois dias depois elas voltaram ao consultório com dores musculares nesse ponto. Em média, as voluntárias avaliaram sua dor como estando em um nível cinco em uma escala até 10.
Em seguida, as mulheres receberam uma massagem de 10 minutos em um dos ombros e 10 minutos de exercício leve no outro ombro. Este exercício de recuperação era similar ao inicial, mas agora era apenas um elástico que oferecia a resistência.  A equipe de Lars descobriu então que, em relação a um ombro que não recebeu tratamento nenhum, tanto a massagem quanto o exercício foram capazes de diminuir a dor de forma similar.
A massagem é conhecida como a forma mais eficiente de aliviar as dores musculares.
No pico do efeito do exercício de recuperação as mulheres relataram uma redução da dor para 0,8, enquanto após a massagem a dor foi para 0,7. Por isso, Lars recomenda o uso de atividade física para aliviar as dores, já que para se exercitar não é preciso gastar dinheiro ou fazer grandes locomoções.
Não está claro como a massagem ou exercício ajudam a aliviar a dor, mas acredita-se que ambos auxiliam na eliminação de produtos metabólicos, como o ácido lático, que estão ligados às dores musculares e aos danos aos tecidos. 
Fonte:Saúde Terra 17/4/2013

quarta-feira, 17 de abril de 2013

MUSCULAÇÃO: ELEBORAÇÃO E PRESCRIÇÃO DE TREINOS

MUITO OBRIGADO A TODOS VOCÊS QUE CONFIAM E PRESTIGIAM O NOSSO TRABALHO. É SEMPRE UM PRAZER TER A OPORTUNIDADE DE TROCAR INFORMAÇÕES COM VOCÊS!!!
ABRAÇO E ATÉ O NOSSO PRÓXIMO ENCONTRO:
MUSCULAÇÃO: BIOMECÂNICA APLICADA - 11/05/2013 - SÁBADO
PROF.CÉSAR ASSAD KNIFIS FILHO

COMO MUDAR A PERCEPÇÃO DAS PESSOAS DE QUE ACADEMIA É ALGO CHATO?

A resposta para esta pergunta é muito simples. Mudaremos a percepção das pessoas de que academia é atividade chata somente quando deixarmos de ser realmente chatos. Assim, não se trata de mudar a percepção, mas entender que o cliente evoluiu em relação às suas expectativas enquanto que grande parte do mercado continua a repetir modelos desatualizados. Foi-se o tempo em que os cafés da manhã e as aulas especiais faziam da academia um lugar divertido. Não que tais práticas devam ser deixadas de lado, mas por si não bastam.
Vivemos em pleno dinamismo e muito do que acontece na academia simplesmente não muda. Na sala de musculação, os equipamentos continuam os mesmos e exatamente nos mesmos locais onde foram dispostos na montagem da academia. Na ginástica são implantadas novas aulas que tentam transformar o óbvio em novidade, e tudo isto torna-se realmente chato. Continuamos a pensar que todos são iguais enquanto que não entendemos a razão pela qual não conseguimos atingir mais do que 3% da população, colocando a culpa nos concorrentes.
Enquanto isto, as atividades realmente divertidas e capazes de conquistar outros nichos crescem, assim como as assessorias de corrida que surgiram há décadas e hoje movimentam milhares de adeptos, até, recentemente, o crossfit que em si não tem nada de novo mas é divertido e cresce de forma expressiva.
LAmoroso
www.lamoroso.com.br

domingo, 10 de março de 2013

QUANDO AUMENTAR A MENSALIDADE DA ACADEMIA?

Descubra qual o momento certo de aumentar o preço da mensalidade

Especialistas ensinam a identificar a defasagem e como informar o aluno sobre o valor maior.


Todo mundo sabe identificar um produto caro ou barato. Afinal, quando pesa no bolso, conseguimos determinar se o preço cobrado por ele corresponde ou não ao seu valor. Só que na hora de precificar o próprio serviço, a coisa muda de figura e muitos profissionais - das mais diversas áreas - encontram dificuldades em definir quanto cobrar. O consultor e diretor superintendente da Monday Academia, da capital paulista, Luis Amoroso, lembra que 99% dos gestores copiam os concorrentes e não necessariamente cometem um acerto ao tomarem essa decisão.

"É preciso saber exatamente quanto cobrar. Sempre recomendo que os gestores avaliem quantas pessoas cabem na academia, qual o custo operacional que ele tem e qual a margem de lucro que ele quer chegar para que, com essas informações em mãos, saiba definir qual é o preço da mensalidade da sua academia", orienta Amoroso.

Rogério Soares, consultor e proprietário da Rubel Academia, de São Paulo (SP), conta que a formação do preço é algo mais complexo do que a maioria dos gestores acredita. "Muitos, hoje em dia, olham para o custo do concorrente e dizem: 'ah, ele cobra R$ 70, então vou cobrar R$ 69' - o que é totalmente errado".

Para o administrador de empresas e profissional de Educação Física Marco Túlio Pimenta, não existe um momento único para aumentar a mensalidade: "essa decisão deve ser tomada de acordo com o contexto que a academia vive. Pode ser que o gestor tenha que fazer algum reajuste no percurso para continuar sobrevivendo ou competindo em um mercado acirrado".

Para definir quanto vai custar a mensalidade, é preciso analisar diversos fatores ligados à academia e aos serviços prestados, como localidade; se o prédio é próprio ou alugado; quantos profissionais trabalham ali; material de limpeza; equipamentos; as contas de água, luz, telefone, internet etc. "O mercado é um dos componentes do preço, assim como o posicionamento do gestor. Formar o custo não é algo simples, mas esse valor vem mais de dentro pra fora do que de fora pra dentro", orienta Soares, citando a comparação com os concorrentes.

Segundo Amoroso, se o gestor não tiver a quantidade ideal de clientes para chegar a esse valor desejável, deve adotar então uma política de valor maleável para poder atingir o ponto de equilíbrio entre despesas e lucro de forma rápida, cobrando um preço menor e, depois subir esse custo aos poucos ou para os novos alunos. "Se posso cobrar 100 de cada aluno, prefiro cobrar 80 para chegar logo ao ponto de equilíbrio e deixo meu negócio mais competitivo", aponta Amoroso.


O momento do aumento
Definir quando subir os preços da mensalidade é algo delicado e que deve ser bastante pensado. Luis Amoroso indica que esse reajuste seja feito sempre que o faturamento estiver desequilibrado em relação às despesas ou se as despesas estiverem muito altas. "Tem que ter equilíbrio para ter rentabilidade e acho que o aumento da mensalidade é algo dinâmico. Não precisa aumentar sempre, mas pode alterar a cada seis meses ou um ano, com tabela diferente para os novos alunos. É muito ruim acumular acréscimos, porque é desgastante ter um aumento de dois dígitos. Acho melhor ter pequenos reajustes várias vezes do que um longo sazonal", comenta.

Rogério Soares destaca que costuma aumentar a mensalidade anualmente, porque faz parte da cultura do aluno receber os reajustes nos meses de janeiro e fevereiro, junto dos demais serviços. "É preciso repassar o aumento da inflação para o aluno, mas se o gestor perceber que seu valor está abaixo do mercado, pode mexer na mensalidade duas vezes por ano: um acréscimo menor em janeiro e outro, um pouco maior, em agosto para os novos alunos para poder melhorar a tabela", ensina.

Todos os custos da academia devem ser levados em consideração na hora de reajustar os valores cobrados dos alunos também, sendo que os principais, segundo Luis Amoroso, são:

- Folha de pagamento - "representa 60% das despesas da academia e é reajustado anualmente;
- Aluguel, que também sofre aumento todo ano;
- Tarifas públicas (água, luz, telefone, internet etc).
A hora da tensão: informar o aluno o aumento

Informar os alunos sobre o aumento dos valores pode trazer ansiedade ao gestor, pelo medo de assustar e espantar o cliente, colaborando com as quedas que acontecem principalmente na baixa temporada.

Uma dica do superintendente da Monday Academia é aproveitar os meses de novembro e junho para contatar os alunos, por causa da sazonalidade (janeiro e agosto), e oferecer a renovação a preço "atual" e aplacar as reclamações de balcão, já informando que pra temporada seguinte haverá o reajuste, evitando assim também a desistência de muitos alunos. "Mas se o reajuste é muito significativo, o aluno não pode ficar com ele por muito tempo para não defasar", recomenda.

"Não gosto dessa ideia de informar, porque vai alardear algo que já é previsto. Costumamos indicar no contrato que há o aumento do valor uma vez por ano", diz Soares, que concorda com a estratégia proposta por Amoroso, de tentar antecipar a renovação dos planos na baixa temporada para tentar melhorar os resultados e evitar ainda o aumento da mensalidade para aquele cliente, ao menos temporariamente.

Pimenta acha que se o reajuste for apenas inflacionário, então o gestor não precisa criar estratégias específicas para os alunos que renovaram mesmo com o aumento, como oferecer vantagens adicionais, pois "o cliente já conhece os serviços prestados". Caso o acréscimo de valor seja acima dos índices da inflação, buscando maiores receitas, a ideia muda, pois é um aumento e não reajuste de preço. "A meu ver, um aumento deve ser dado após uma melhoria na comercialização dos serviços. Pode ser nas instalações, equipamentos, incremento nas aulas e horários ofertados, no atendimento da equipe de contato, nos métodos de trabalho, entre outros. O mais importante, nesses casos, é que a percepção do cliente precisa estar aguçada. Se o cliente percebe essa melhoria, tanto melhor, caso contrário, possivelmente o aumento virá acompanhado de reclamações, insatisfações, mudanças pra concorrência e abandono da prática de exercícios orientados", ensina Marco Túlio Pimenta.

Quem sentir dificuldades em calcular os reajustes ou mesmo em determinar quanto cobrar na academia, pode recorrer à ajuda de consultores especializados ou mesmo aos cursos para gestores.

Os principais erros que os profissionais ouvidos costumam ver por aí entre os proprietários de academia são acompanhar o preço cobrado pelo concorrente sem saber se ele se aplica à sua realidade; não repassar a inflação ao cliente, desvalorizando o próprio dinheiro; aumentar o custo do consumidor em épocas não esperadas, como maio ou outubro; aumentar o preço muito além da inflação para tentar minimizar a defasagem da mensalidade; não constar no contrato cláusula referente ao aumento/correção da mensalidade; reajustar o valor várias vezes por ano sem que isto seja claro para o cliente; promover políticas de descontos para os novos consumidores, negligenciando e desrespeitando os antigos; discutir o aumento na recepção, diante de outros clientes; não ter indicadores precisos que possam ser apresentados ao cliente caso solicitado; aumentar o preço sem aumentar a estrutura da academia; entre outros.

"Querer tirar o atraso em uma época só para mudar de patamar é um erro muito comum. Se tiver que fazer isso, tem que ser em doses homeopáticas, aumentando 5% em janeiro, mais 5% em agosto, numa progressão que o aluno não sinta muito", conclui.
Fonte:portal da Ed. Física 31/10/2012

TREINAR OS MÚSCULOS ABDOMINAIS: OBJETIVO X NECESSIDADE

Os motivos pelos quais os clientes/alunos compram um programa de exercícios nas academias e locais similares tem sido motivo de  investigação  por  instituições e profissionais de fitness. Os principais estudos forma publicados pela National Academy Sports Medicine (2008), American College of Sports Medicine (2006), American Heart Association (2008), Evert Aeberg (2008), Edward T. Holey & B. Don Franks (2007). Recentemente o Instituto de Ensino e Pesquisa Mauro Guiselini, realizou um estudo com os alunos ingressantes das  Academias RUNNER, TRIATHON e  EDGELIFE  para identificar as principais metas/objetivos e prazo esperado para obter os resultados decorrentes da prática do exercício físico. Na anamnese inicial foi incluida também a  pergunta: qual ou quais partes do corpo desejariam mudar. Os resultados encontrados pelo Instituto de Ensino e Pesquisa Mauro Guiselini, de acordo com a resposta de 13.347 sujeitos, 6070 homens e 7277 mulheres  foram os seguintes:
Baixar a % de gordura: 24% –  Melhorar o condicionamento físico: 23% – Aumentar a massa muscular: 19% – Bem-Estar Geral: 14%
Os outros 20% foram assim distribuidos: melhorar a performance esportiva: 5,21%; melhorar a função motora: 3,53%; melhorar a postura: 3,05%; Diminuir o índice de colestrol: 2,20%; Controlar a P.A.: 1,39% e Controlar a Diabetes: 0,83%. Com relação ao prazo esperado para alcançar os objeltivos a expectativa é de 3 a 5 meses.
Com relação a pergunta: que parte(s) do corpo que gostariam de mudar  foram as seguintes respostas: abdome, pernas e glúteos (para as mulheres), peito (para os homens). Enrijecer a musculatura, reduzir medidas e definição muscular também foram respostas relacionadas as mudanças corporais desejadas.
abdome aparece como a parte do corpo que ambos os sexos desejam mudar – abdome definido, abdome de tanquinho (nome popular) é, sem dúvida a busca de todos no entanto os resultados das pequisas realizadas pelo Instituto Mauro Guiselini, com relação a estabilidade e força do CORE, por meio da aplicação do teste de Kendall, mostrou que 25,7% das mulheres e 15,4% dos homes não obtiveram resultados satisfatórios para serem submetidos a um treinamento de força dinâmica e força hipertrófica para alcançarem os resultados desejados. Necessitam iniciar com um programa de exercícios de consciência corporal, controle da respiração, força isométrica com enfase na estabilidade e, à partir daí, entre 4 a 6 semanas, iniciar a segunda fase do treinamento com enfase na força dinâmica e força hipertrófica.

quinta-feira, 7 de março de 2013

ATESTADO MÉDICO NA ACADEMIA

SEGUE NOTA OFICIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA DO EXERCÍCIO E DO ESPORTE (SBMEE), SOBRE A PROIBIÇÃO DO EXAME MÉDICO PARA A PRÁTICA DE ACADEMIAS DE GINÁSTICA E MUSCULAÇÃO:

São Paulo, 07 de março de 2013.

A Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), órgão científico ligado à Associação Médica Brasileira (AMB) e responsável por estabelecer as diretrizes na sua área de atuação, entende que a prática regular de exercícios físicos beneficia o sistema cardiovascular, respiratório e musculoesquelético e é um importante promotor de saúde diminuindo a ocorrência e minimizando os efeitos das chamadas doenças crônico-degenerativas, como obesidade, diabetes tipo II, doença arterial coronariana, hipertensão arterial, osteoartrose e osteoporose, dentre outras. Entretanto, é importante salientar a necessidade de uma avaliação médica pré- participação no exercício e no esporte (APPEE) realizada preferencialmente por mé...dico titulado em medicina do exercício e do esporte principalmente nos indivíduos com mais de 35 anos de idade ou em quaisquer outras faixas etárias caso existam antecedentes pessoais ou familiares de doença cardiovascular, metabólica e/ou osteoarticular.
A APPEE visa garantir a segurança do praticante de exercícios prevenindo a piora de determinadas doenças além de estabelecer de forma segura quais as atividades mais adequadas e as possíveis restrições.
Entendemos também que tendo recebido as orientações do já citado especialista, o praticante de exercícios, seja em academias convencionais ou nas chamadas "academias ao ar livre" deve estar sob a orientação do profissional de Educação Física visando a supervisão e adequada execução dos movimentos realizados.
Atenciosamente,
Dr. Jomar Brito Souza (Presidente - Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte - SBMEE)